Essa Fanfic foi escrita por mim e é nada mais que uma homenagem ao
trabalho maravilhoso de Stephenie Meyer e à essa saga que todos nós
amamos.
Clique Aqui para voltar ao home do Rising Sun
Capítulos 
Se gostaram da Fic, divulguem para outros fãs da saga! Bjos, Anna Grey!
Capítulo 15 – Tigre x Lobo
- Jake, vá com calma. – Sussurrei, de modo que só ele escutasse. Todos
os seus dentes – brancos e afiados como adagas – estavam à mostra, e um
grunhido ameaçador irrompia de seu enorme peito castanho avermelhado. O
lobo se abaixou – em posição de ataque – e todos os nervos e músculos de
seu enorme corpo tremeram de expectativa. Os grandes olhos castanhos não
exitavam nem um milímetro de seu alvo, qualquer movimento bastaria para
o sangue jorrar. Eu estava num misto de receio e fúria, de expectativa e
exitação. Todos os meus sentidos em alerta máximo. Mirei aqueles olhos
vermelhos – que passavam de mim para o lobo ao meu lado a cada segundo.
Félix manteve a expressão de escárnio, mas eu podia sentir a tensão da
luta emanando dele. A outra – uma vampira alta de cabelos cor de mogno,
extremamente linda, extremamente hostil – fixava meu rosto com uma
curiosa superioridade, como se eu a tivesse insultado apenas por estar
parada alí. Ela estava dois passos atrás de Félix, recostada num tronco
de modo que seu rosto – lindo e arrogante – ficou parcialmente coberto
pelas sombras. Eu podia vê-la, e sabia que aquele rosto não me era
totalmente desconhecido. Mas aquela não era uma boa hora para pensar
mais a respeito. Tentei ganhar mais tempo.
- Félix, não é? Eu me lembro de você. – Ele sorriu ainda mais
desdenhosamente, mas manteve os olhos em Jacob, que o mirava com um ódio
dilacerante.
- Você cresceu. A última vez que eu te ví você estava agarrada ao
pescoço de sua mãe. E por falar nisso, como ela está? Fiquei tão
desapontado ao vê-la imortal. Sabe, ela cheirava maravilhosamente bem. –
Félix arriscou uma olhada para mim, verificando o quanto estava se
sainda bem na tentativa de me provocar. Mantive minha expressão calma e
gentil, o que me fez lembrar Carlisle e o quanto sua calma inabalável me
irritava profundamente às vezes. Se eu morresse essa noite, eu morreria
com classe.
- A última vez que ví você, que por um acaso também foi a primeira, você
estava voltando para casa bem desapontado, mas certamente não mais que
seu chefe. E por falar nisso, como vai Aro? – Devolvi, o mais
inocentemente que pude. Félix sorriu, e se virou para sua companheira.
Jacob se reposicionou em seu lugar, eu esperei, observando.
- Heidi, ela não é uma graça? Quase me lembra a Jane, bem, um pouco mais
bem humorada. – Félix agora me analizava atentamente. A mulher – Heidi,
eu finalmente tinha me lembrado dela – mantinha-se em sua posição
superior e desdenhosa, seu nariz perfeito e anguloso se torcia numa
expressão de nojo, e ela olhava Jacob com desdén.
- Diga-me garotinha…
- Nessie. – Cortei-o com asperesa. Ele me encarou surpreso e devolveu um
sorriso forçadamente gentil.
- Nessie. Que seja. Diga-me, o que faz tão longe de casa, e em tal
compania. – Ele gesticulou com a cabeça em direção a Jacob, sem desviar
o olhar de mim.
- Diga-me você Félix. Você está ainda mais longe de casa do que eu. – Um
silêncio cheio de significados inundou a noite. Todos se encaravam e
estudavam, imersos em seus próprios planos – de ataque e de defesa.
Félix riu, coçou suavemente o queixo e deu mais um passo para frente.
Jacob rosnou e avançou também, sempre me deixando em suas costas. O balé
da morte continuou, sutil e ofensivo. Ambas as partes atentas a menor
distração de seu oponente. Lembrei de Jasper e de suas histórias de
guerra, tantas vezes contadas longe dos olhares censuradores de meus
pais. Como eu gostaria de ter sua habilidade em matar, mas meu tempo
estava se esgotando, e Jasper estava longe demais no momento.
- Mais olha pra você hein. – Félix continuou, tentando penetrar minha
sobriedade e paciência. – Você realmente cresceu depressa. Pensávamos
que você fosse se tornar uma aberraçãozinha faminta por sangue, mas você
até parece ser civilizada. Mas com certesa herdou a esquizitisse da
família. Andando com raças inferiores e se alimentando de animais. –
Félix estava perdendo a paciência, tentando de todas as maneiras nos
tirar do sério. Suas apelações me deixaram ainda mais fria diante de
seus escárnios. E Jacob continuava focado, ignorando – ou fingindo
ignorar – seus insultos.
- Acho que não Félix. – Heidi falou, sobressautando todos. Sua voz
melodiosa, clara e sem emoção, ressonou em meus ouvidos como um sino.
Félix olhou-a surpreso e sorriu.
- Como é Heidi? – Perguntou ele confuso.
- A garota não parece gostar muito do cardápio da família. – Félix me
encarou. – Olhe para ela Félix, os olhos. – Heidi perscrutava meu rosto
avidamente. Ela deu um passo para frente, emergindo das sombras seu
rosto deslumbrantemente arrogante.
- Ora ora, e não é que temos uma rebelde aqui Heidi. – Félix riu,
surpreso por minha condição. Uma pontada de raiva pinicou em minha
garganta, mas eu mantive minha civilidade. Pensei nas opções que eu
tinha. A luta era iminente, não havia como remediar, e eu precisava
sobreviver, manter Jacob a salvo, levá-lo de volta pra seu pai quando
tudo isso terminasse – se é que eu chegaria a ver o fim. Tentei afastar
o pessimismo de minha mente. O que eu poderia fazer? Tentar eliminar uma
vampira mais forte e mais velha que eu, enquanto Jacob cuidava do outro?
Sim, era nossa única chance, tería que ser assim. Observei melhor minha
oponente. Ela não parecia ser uma guerreira, parecia ser aquele tipo de
distração que um contigente ofensivo utiliza, uma isca –
irresistivelmente atraente. Se eu estivesse certa, nós duas estaríamos
no mesmo patamar, por quê eu era igualmente inepta à luta. Bem, eu teria
que aprender na prática, e descobrir um ponto fraco nela, por onde eu
poderia vencê-la. O minuto de silêncio observador que se passou tornou a
encher a atmosfera de tensão. Eu precisava ganhar mais tempo.
- Não se engane Félix. Eu sou uma Cullen, você já conhece o erro de nos
subestimar. – Sorri para ele, deixando em meu rosto uma expressão
angelical. Heidi riu, e isso novamente sobressaltou a todos. Seu
escárnio era ainda mais arrogante que o de Félix.
- Você é igualsinha a sua mãe. Pensa que pode se meter com coisas que
você nem mesmo entende. – Havia uma pontada de raiva contida em sua voz,
e sua expressão confirmava isso. Obviamente Heidi sentia um despeito
colérico por nossa família. – O que você pensa que é afinal? Não é uma
de nós, mas também não é humana. Você é uma aberração garota, é por isso
que é a última de sua espécia nojenta. – Heidi parou, o ódio borbulhando
em suas palavras, os olhos carmim brilhando desvairadamente.
- Cuidado Heidi. – Disse Félix baixinho, lançando-lhe um olhar de aviso.
O quê ela queria dizer com a última de minha espécie? Não havia pelo
menos mais três iguais a mim? Aqueles da América do sul que Alice trouxe
para testemunhar a meu favor? O que houve com eles? Jacob parecia tão
confuso quanto eu. Dei um passo para frente, de modo que fiquei ao lado
da cabeça de Jacob. Félix fixou um olhar à Jacob, que mantinha-se à um
salto de distância da garganta dos vampiros. Observei-o. Félix era
grande, mas não parecia ser muito inteligente. Mesmo assim tinha algo
nele que impressionava. Seus movimentos eram leves e brutos ao mesmo
tempo, não tinha a sagacidade letal de Jacob, mas uma sutileza mais
selvagem, como um tigre, que mesmo sendo gracioso em seus movimentos,
ainda é rústico e hostil por natureza. Os dois se encaravam com
ferocidade, deixando o espaço entre eles se tornar uma onda de choque. O
silêncio novamente encheu a cena, era como nos filmes de terror – a cena
de expectativa antes do ataque.
- Não Heidi. – Senti minha voz se expandir para fora de mim, e havia uma
maturidade nela que não reconheci de imadiato. Era como se outra
Renesmee estivesse falando por mim, meu lado mais maduro e hostil. – Eu
entendo perfeitamente o que está acontecendo aqui. – Félix e Heidi me
encararam com surpresa e curiosidade. – Aro mandou vocês atrás de nós
não é? Mas isso não é uma missão de sequestro, vocês estão só vigiando.
Digam-me, vocês já sabiam que eu não estava em casa, ou só descobriram
agora? – As palavras saíam de minha boca com uma segurança e certesa que
pareciam não fazer parte de mim. Era como se as coisas estivessem se
encaixando em minha mente, esperando a hora de virem à tona. – Eu só me
pergunto por quê Aro mandou vocês? Afinal, o rastreador real não
costumava ser Demetri? Ele está muito ocupado? Não pode vir por quê
recebeu ordens mais importantes? – Os rostos dos vampiros se contorciam
a cada palavra, como se estas os atingissem como socos. Félix deixou
escorregar todo o sarcasmo de suas feições, e Heidi parecia a ponto de
estraçalhar minha garganta.
- Eu realmente não entendo por quê ele os quer tanto. Não são nada, não
significam nada. – Heidi sibilava, completamente encolerizada.
- Heidi, contenha-se. – Félix alertou-a.
- Não importa Félix, eles vão morrer mesmo. E mortos não falam não é? –
Heidi deu um passo em minha direção, e foi o que bastou para Jacob
interferir com um rosnado tão bestial, que fez as árvores a nossa volta
tremerem. Félix segurou seu braço, impedindo-a de prosseguir.
Afastaram-se aguns passos para trás, observando os olhos letais de
Jacob, postos sobre eles. Heidi contorcia-se nos braços de Félix, seus
punhos e maxicilar trincados de ódio. Prestei o máximo de atenção nas
palavras dela, algo me dizia que ela cometeria o erro que eu precisava,
e eu não o desperdiçaria. Estava descontrolada, perdera o foco e estava
atrapalhando a concentração de Félix. Eu estava certa, Heidi não era uma
guerreira.
- É melhor controlar sua parceira Félix, não sei por quanto tempo posso
manter os dentes de Jake longe do pescoço dela. – Eu provoquei, sabendo
que quanto mais descontrolada ela estivesse, mais informações valiosas
escapariam por sua boca. Deu certo, Heidi contorceu-se mais furiosamente
nos braços de Félix, seus dentes estavam expostos e um rosnado gutural
irrompia de sua garganta. Ela me mirava como se não houvesse nada além
de nós duas. Pensei um minuto sobre isso. Não era fácil tirar vampiros
do sério, nossa espécie era mais fria e calculista do que os voláteis
lobisomens, e para um primeiro encontro, Heidi se mostrava muito
recentida comigo, o que confirmava uma de minhas teorias. Aro ainda
alimentava algum tipo de interesse em minha família, um interesse
suficientemente grande para deixar Heidi com tamanho ciúmes. Pelo jeito
o assunto principal em Volterra ainda era nossa pequena rebelião de sete
anos atrás. Eu continuei meu jogo, mantendo o máximo de cautela e
descrição ao lançar minhas provocações à Heidi, um passo em falso e
Félix descobriria minhas intenções. Ele estava fazendo um péssimo
trabalho em controlá-la, apesar de conseguir contê-la fisicamente, Félix
não conseguia fazer Heidi parar de falar – ou rosnar.
- Solte-me Félix, deixe-me mostrar a ela o tratamento real que sua
espécie nojenta têm recebido de nós. – Sibilou Heidi, um sorriso maligno
brincando em seus lábios. Se ela estava falando sério, significava que
Aro tinha colocado a guarda Volturi atrás dos mestiços – assim como eu.
Significava que ele os estava caçando? Por quê? O que ele obteria com
isso? Percebi um leve tremor no olhar de Jacob, ele estava na mesma
linha de pensamento que eu.
- Ele a quer viva. – Rosnou Félix, e nessa hora eu fiz mais uma conexão
em minha mente. Aro estava nos vigiando, assim como nós estávamos de
olho em Volterra, mas seja lá o que ele estava pretendendo, eu tinha
interferido saindo de casa. Porquê Aro nos queria juntos – todos nós –
ele queria nos manter perto de suas vistas. Jacob certamente tinha feito
a mesma conexão e ele não estava lidando com ela tão calmamente quanto
eu. O modo como ele se posicionou me alertou de que a conversa tinha
acabado. Félix percebeu na mesma hora que eu, a tempo de lançar Heidi
para o lado e avançar direto para Jacob. Apesar do medo e do nervosismo
em meu estômago, eu sabia que essa era a hora em que eu não poderia
exitar – ou me preocupar com Jacob. Heidi bateu numa árvore, fazendo-a
trincar no meio, ela lançou um olhar surpreso para Félix, que agora era
apenas um borrão na escuridão da floresta, com Jacob em seus
calcanhares. Eu olhei para ela a tempo de ver a chama de ódio dançar por
tráz de suas pupilas carmim. Ela avançou. Heidi era muito impulsiva,
deixava-se ler e interpretar muito facilmente. Era algo sutil, mas que
eu definitivamente contava a meu favor. Eu antecipei seu ataque apenas
por sua expressão, e me senti orgulhosa por ter sido capaz de
antecipá-la e desviar tão rapidamente de seu ataque. Manti a calma,
mesmo parecendo ser impossível de conter o turbilhão de adrenalina que
jorrava em meu sanque. Félix e Jacob estavam à trinta metros atráz de
nós, sob a sombras das árvores, e por mais que eu quisesse loucamente
saber quem estava com a vantagem, eu não podia me dar ao luxo de desviar
minha atenção de Heidi. Ela era inabilidosa em luta. Fazia muito barulho
mas também bastante estrago. Era como tentar capturar uma onça brava.
Ela avançava e avançava, esmurrava mais do que pensava, mais eu tinha
que admitir que ela era enérgica e desviar e bloquear todas as suas
investidas requeria muita força e rapidez de minha parte. Ela estava
tentando me cansar, mas seus métodos eram falhos, e em resumo – para
minha primeira luta – eu não estava me saindo muito mal. Era tudo muito
rápido, muito intenso, uma luta como essa se parecia com um jogo, um
movimento errado é o bastante, você mata ou você morre. Toda minha mente
– todo meu corpo – estava centrado nesse pensamento, a ofensiva era
minha, eu estava começando a entender o que eu deveria fazer e o que era
inútil contra minha adversária. Consegui encuralar Heidi contra dois
abetos, eu via uma chance de terminar aquilo e poder ajudar Jacob…
Foi como se o nome dele surgisse em meus pensamentos na mesma hora em
que eu o ouvi ser arremessado contra as árvores, um uivo de dor irrompeu
de seu peito ensaguentado e eu não fui capaz de me manter mais no
controle. Eu corri, corri aqueles trinta metros que nos separavam com um
desespero agonizante, não me importei em baixar a guarda para minha
oponente, simplesmente me virei e corri em socorro à ele. Félix o
segurava pela garganta e um segundo a mais teria bastado, um segundo e
eu o teria perdido. Joguei meu corpo contra Félix, impelindo o máximo de
força que eu consegui reunir, mas meu peso leve só o fez cambalear para
tráz. Mas foi o bastante, bem, pelo menos o bastante para Jacob se
desvencilhar de seu aperto de aço. Félix me segurou pela cintura, me
erguendo do chão e logo eu senti seu braço apertar minha garganta. Ele
ia me sufocar na frente de Jacob. O lobo tremia ao tentar se colocar em
pé, eu percebi a pata dianteira quebrada e vários cortes sangrentos
manchando seu pêlo. Heidi apareceu entre as árvores e sorriu diante de
nossa morte iminente. Félix não iria respeitar as ordens de Aro, ele não
nos deixaria vivos, secretamente desejei que Aro os punissem com algo
muito doloroso. Eu calculei que tinha mais um minuto de ar, um minuto
para olhar nos olhos escuros de Jacob e me despedir, um minuto para me
despedir mentalmente de meus pais, de minha família. Eu esperava que
esse minuto desse a Jacob a chance de se recuperar o bastante para lutar
e se salvar, mas ele estava muito machucado e ainda seriam dois contra
um. Deus, ele morreria por minha causa, eu não seria capaz de salvá-lo.
A raiva queimou em mim, e era quase como se eu pudesse ver meu sangue
esquentando, e isso pareceu trazer um último sopro de resistencia a mim,
clareou minha mente por um momento – o último. Eu morreria com aquele
ódio maciço por não ser capaz de salvar as pessoas que eu amo, salvá-lo
tinha sido minha última falha. Eu queria tanto fazê-los pagar, imaginei
Volterra em chamas, envolta numa fumaça tóxica e densa, a fumaça de seus
restos sendo encinerados. A idéia era tão vívida, tão boa, que me fez
sorrir, eu me senti leve. Demorou um minuto para que meu corpo
percebesse que estava no chão, a mão de Félix não mais apertava meu
pescoço, eu pisquei e olhei em volta. Félix e Heidi – parados um ao lado
do outro me encaravam com os olhos arregalados. Ele poderiam muito bem
se passar por estátuas se a respiração acelerada de ambos não os
denunciassem. Então eu entendi, e era como se meu cérebro já soubesse de
tudo antes de mim, como se as coisas estivessem lá o tempo todo,
esperando que eu abrisse os olhos para elas. E como tudo na vida
imortal, levava apenas um segundo entre pensar e fazer algo. Então eu
nem pensei, pulei diretamente para a parte em que eu tentava a última
coisa para nos salvar. Volterra, chamas, fogo por toda parte, Félix,
Heidi, todos… Era difícil saber quem estava mais surpreso, eu ou eles,
mas foi com uma surpresa esperançosa que observei os dois vampiros a
minha frente perderem o foco de seus olhos, eles encaravam a floresta a
nossa volta com desespero e espanto – dificilmente eu saberia dizer qual
dos dois. Então eu gritei:
- Jake, agora. – Eu o ouvi se levantar e correr, dessa vez mais
facilmente que em sua primeira tentativa, então eu mesmo corri, e era
como se minha mente e meu corpo tivessem se separado, por que uma estava
em Volterra, em meio ao fogo e a distruição de meus inimigos, e o outro
estava correndo diretamente para o corpo desorientado de Heidi. Os
segundos que se passaram a seguir pareceram durar dez anos, e mesmo
assim, quando finalmente acabou, eu mesma não acreditava que eles
realmente tivessem acontecido. Nós tinhamos conseguido, Félix e Heidi
não voltariam daquela missão.
Written By Grey.









